Tia relembra preconceito sofrido por piauiense eleita Miss Brasil
https://piripiri40graus.blogspot.com/2017/08/tia-relembra-preconceito-sofrido-por.html
Para a família da piauiense eleita Miss Brasil 2017, literalmente, a
'ficha' ainda não caiu. Em entrevista ao Notícia da Manhã, a tia Erielma
de Jesus relembra que a coroação da sobrinha, como a mulher mais bonita
do país, parecia a Copa do Mundo. Contudo, ela também relatou episódios
tristes da vida de Monalysa Alcântara como a perda do pai aos cinco
anos de idade e o preconceito sofrido por ser negra.
"Quando o pai faleceu ela tinha cinco anos. Foi aquela dor. Foi morar na casa dos avós para a mãe trabalhar. Desde os 14 anos de idade desfila e já sofreu preconceito. Sempre quando tinha aqueles concursos de beleza e havia meninas branquinhas e de olhos verdes, as melhores roupas eram colocadas nessas meninas. A roupa que era adequada para a Mona, diziam que ela não ia vestir pela cor dela. Ela ouviu isso e se incomodava, mas dizia: 'eu sou eu'. Ela é muito determinada. Ela não gostava quando falavam da cor dela, mas sempre foi autoconfiante. Ela é muito forte", destacou a tia.
Familiares de Monalysa Alcântara acompanharam o desfile de Teresina através de um telão colocado no meio da rua. Ela relembra a emoção de cada etapa do processo de classificação.
"Até parecia a Copa do Mundo. Todos gritavam. Foi uma loucura. Haja coração. Ainda não acreditamos. Hoje que estou olhando o vídeo do momento que ela ganhou, pois no dia não assisti. Ficava pra lá e para cá. Botava a mãe na cabeça, no coração e olhava para os avós dela, pois minha mãe é idosa e eu estava com medo. Mas eles são muito fortes. A avó dizia: ela vai ganhar; o avô falava do outro lado: confio nela", relembra com emoção a tia.
"Quando o pai faleceu ela tinha cinco anos. Foi aquela dor. Foi morar na casa dos avós para a mãe trabalhar. Desde os 14 anos de idade desfila e já sofreu preconceito. Sempre quando tinha aqueles concursos de beleza e havia meninas branquinhas e de olhos verdes, as melhores roupas eram colocadas nessas meninas. A roupa que era adequada para a Mona, diziam que ela não ia vestir pela cor dela. Ela ouviu isso e se incomodava, mas dizia: 'eu sou eu'. Ela é muito determinada. Ela não gostava quando falavam da cor dela, mas sempre foi autoconfiante. Ela é muito forte", destacou a tia.
Familiares de Monalysa Alcântara acompanharam o desfile de Teresina através de um telão colocado no meio da rua. Ela relembra a emoção de cada etapa do processo de classificação.
"Até parecia a Copa do Mundo. Todos gritavam. Foi uma loucura. Haja coração. Ainda não acreditamos. Hoje que estou olhando o vídeo do momento que ela ganhou, pois no dia não assisti. Ficava pra lá e para cá. Botava a mãe na cabeça, no coração e olhava para os avós dela, pois minha mãe é idosa e eu estava com medo. Mas eles são muito fortes. A avó dizia: ela vai ganhar; o avô falava do outro lado: confio nela", relembra com emoção a tia.

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